sexta-feira, 20 de setembro de 2013

ARTIGO DE OPINIÃO - ARGUMENTANDO...

Esta semana estamos aprendendo a argumentar. Vimos que argumentar não é apenas dar uma opinião, mas defendê-la, de modo que a pessoa com quem você conversa (o interlocutor) compreenda seu ponto de vista sobre determinado assunto.
O Artigo de Opinião, dessa forma, é um gênero textual (existem muitos outros!) pertencente ao âmbito jornalístico e tem por finalidade a exposição do ponto de vista sobre um determinado assunto. Assim como a dissertação (também conhecida como REDAÇÃO pelos estudantes), ele também se compõe de um título, um parágrafo que introduz o texto, explanando de forma geral o assunto que será discutido; o desenvolvimento, que apresenta os argumentos do autor, sempre tendo em mente que esses deverão ser pautados em bases sólidas, para conferir credibilidade por parte do leitor. E por fim, segue a conclusão do artigo,onde ocorrerá o fechamento das ideias anteriormente discutidas.
A seguir, vamos ler um Artigo de Opinião, escrito por Lya Luft:



BALEIAS NÃO ME EMOCIONAM,  

DE LYA LUFT



           Hoje quero falar de gente e bichos. De notícias que freqüentemente aparecem sobre baleias encalhadas e pinguins perdidos em alguma praia. Não sei se me aborrece ou me inquieta ver tantas pessoas acorrendo, torcendo, chorando, porque uma baleia morre encalhada. Mas certamente não me emociona. Sei que não vão me achar muito simpática, mas eu não sou sempre simpática. Aliás, se não gosto de grosseria nem de vulgaridade, também desconfio dos eternos bonzinhos, dos politicamente corretos, dos sempre sorridentes ou gentis. Prefiro o olho no olho, a clareza e a sinceridade – desde que não machuque só pelo prazer de magoar ou por ressentimento. Não gosto de ver bicho sofrendo: sempre curti animais, fui criada com eles. Na casa onde nasci e cresci, tive até uma coruja, chamada, sabe Deus por quê, Sebastião. Era branca, enorme, com aqueles olhos que reviravam. Fugiu da gaiola especialmente construída para ela, quase do tamanho de um pequeno quarto, e por muitos dias eu a procurei no topo das árvores, doída de saudade. Na ilha improvável que havia no mínimo lago do jardim que se estendia atrás da casa, viveu a certa altura da minha infância um casal de veadinhos, dos quais um também fugiu. O outro morreu pouco depois. Segundo o jardineiro, morreu de saudade do fujão – minha primeira visão infantil de um amor romeu-e-julieta. Tive uma gata chamada Adelaide, nome da personagem sofredora de uma novela de rádio que fazia suspirar minha avó, e que meu irmão pequeno matou (a gata), nunca entendi como – uma das primeiras tragédias de que tive conhecimento. De modo que animais fazem parte de minha história, com muitas aventuras, divertimento e alguma tristeza. Mas voltemos às baleias encalhadas: pessoas torcem as mãos, chegam máquinas variadas para içar os bichos, aplicam-se lençóis molhados, abrem-se manchetes em jornais e as televisões mostram tudo em horário nobre. O público, presente ou em casa, acompanha como se fosse alguém da família e, quando o fim chega, é lamentado quase com pêsames e oração. Confesso que não consigo me comover da mesma forma: pouca sensibilidade, uma alma de gelos nórdicos, quem sabe? Mesmo os que não me apreciam, não creiam nisso. Não é que eu ache que sofrimento de animal não valha a pena, a solidariedade, o dinheiro. Mas eu preferia que tudo isso fosse gasto com eles depois de não haver mais crianças enfiando a cara no vidro de meu carro para pedir trocados, adultos famintos dormindo em bancos de praça, famílias morando embaixo de pontes ou adolescentes morrendo drogados nas calçadas. Tenho certeza de que um mendigo morto na beira da praia causaria menos comoção do que uma baleia. Nenhum Greenpeace defensor de seres humanos se moveria. Nenhuma manchete seria estampada. Uma ambulância talvez levasse horas para chegar, o corpo coberto por um jornal, quem sabe uma vela acesa. Curiosidade, rostos virados, um sentimentozinho de culpa, possivelmente irritação: cadê as autoridades, ninguém toma providência? Diante de um morto humano, ou de um candidato a morto na calçada, a gente se protege com uma armadura. De modo que (perdão) vejo sem entusiasmo as campanhas em favor dos animais – pelo menos enquanto se deletarem tão facilmente homens e mulheres.

(Revista Veja, abril de 2005)

EXERCÍCIO

Copie e cole essas perguntas em COMENTÁRIOS e digite suas respostas. Não se esqueça de colocar seus nomes:

1 - Encontre, no artigo de opinião de Lya Luft, a INTRODUÇÃO, O DESENVOLVIMENTO E A CONCLUSÃO.
2 - Quais foram os argumentos usados pela autora para defender a ideia de que ela não se emociona com baleias?
3 - Você REFUTA, SUSTENTA OU NEGOCIA os argumentos defendidos por Lya Luft neste texto?

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

E... Continuamos a desvendar Alice...

Hoje nós iremos ler um pequeno resumo sobre o LIVRO "Alice no País das Maravilhas". Quero que observem com o apenas pela leitura do Resumo, observamos as diferenças entre a obra escrita e o filme visto em sala de aula na semana passada.




Alice está sentada com sua irmã no jardim quando ela vê passar um Coelho Branco com um relógio de bolso. Fascinada pela visão, ela segue o coelho e entra num buraco numa árvore. Ela cai lentamente por um longo tempo e cai num corredor cheio de portas. Há também uma chave numa mesa, que abre uma porta minúscula; através desta porta, ela vê um lindo jardim. Alice quer ir até lá, mas a porta é muito pequena. Pouco depois, ela encontra uma garrafa cheia de líquido e que tem um rótulo onde está escrito "Beba-me", e um bolo com uma etiqueta onde se lê "Coma-me". Alice prova os dois e descobre que um deles faz com que ela diminua de tamanho e o outro a faz crescer. Ela tem dificuldades ao usar ambos, pois ou ela fica grande demais para passar pela porta ou fica pequena demais para alcançar a chave.











Enquanto Alice está pequena demais, ela escorrega e cai num lago. Ela descobre que o lago tinha sido formado pelas lágrimas que ela derramara enquanto ela era uma gigante. Alice nada até a praia com alguns animais, inclusive um rato sensível, mas consegue ofender todos eles ao falar sobre a habilidade da sua gata em capturar ratos e pássaros. Deixada sozinha, ela corre através da floresta e encontra o Coelho Branco. Ele a confunde com sua criada e ordena que ela vá pegar várias coisas na casa dele. Alice obedece a vai até a casa do Coelho. Ao chegar lá, ela bebe outro líquido e fica grande demais para sair pela porta. Ela acaba descobrindo um pequeno bolo que, quando comido, faz com que ela volte ao seu tamanho normal.

De volta à floresta, Alice encontra uma Lagarta sentada num cogumelo gigante. Ela dá alguns conselhos preciosos, além de ensinar Alice a usar o cogumelo: um lado faz crescer e outro faz diminuir. A primeira vez que Alice prova o cogumelo faz com que ela estique seu corpo tremendamente, especialmente o pescoço, os braços e as pernas. Enquanto estava toda esticada, Alice enfia a cabeça através da copa das árvores e encontra um Pombo. O Pombo tem certeza que Alice é uma serpente e, quando Alice tenta raciocinar com ele, o Pombo manda ela se calar.

Alice volta às suas proporções normais e continua a andar pela floresta. Numa clareira, ela encontra uma pequena casa e escolhe o bastante para entrar nela. É a casa da Duquesa. Ela e o Cozinheiro estão brigando furiosamente, e os dois não parecem se preocupar nem um pouco com a segurança do bebê que a Duquesa está embalando. Alice pega o bebê para tomar conta dele, mas ele se transforma num leitão e escapole para a floresta.

Mais tarde, Alice encontra o Gato de Cheshire, que antes estava sentado na casa da Duquesa mas não tinha se manifestado. O Gato a ajuda a achar o caminho através da floresta, mas a avisa que todos aqueles que ela irá encontrar são loucos.

Alice chega até a casa da Lebre, onde ela é convidada para ir à Festa da Hora do Chá. Na Festa, estão presentes a Lebre, o Chapeleiro Louco e o Rato do Campo. Uma vez que o Tempo parara de funcionar para o Chapeleiro, são sempre seis horas da tarde e é hora do chá. As criaturas da Festa do Chá são as que mais discutem em todo o País das Maravilhas.



A Rainha convida Alice para jogar croquê. É um jogo muito difícil de ser jogado no País das Maravilhas, pois as bolas e os tacos são animais vivos. A partida é interrompida pela chegada do Gato de Cheshire, com o qual o Rei de Copas antipatiza instantaneamente.





A Rainha leva Alice até o Grifo, e este, por sua vez, a leva até a Tartaruga Falsa. O Grifo e a Tartaruga contam a Alice histórias bizarras sobre a escola deles no fundo do mar. A Tartaruga Falsa canta uma canção melancólica sobre sopa de tartaruga, e pouco depois o Grifo arrasta Alice para assistir ao julgamento do Valete de Copas.



O Valete de Copas estava sendo acusado de roubar as tortas da Rainha, mas as provas contra ele eram muito ruins. Alice fica abismada com os ridículos procedimentos do tribunal. Ela também começa a crescer. Logo ela é chamada para testemunhar; nesta altura, ela já estava com um tamanho gigantesco. Alice se recusa a ser intimidada pela lógica distorcida do tribunal e pelas acusações do Rei e da Rainha de Copas. Subitamente, todas as cartas se levantam e a atacam. Neste momento, ela acorda. Suas aventuras no País das Maravilhas tinham sido apenas um sonho fantástico.








ATIVIDADE 

1 - Pontue as principais diferenças entre o texto acima e o filme visto na semana passada.

2 - Ao ler o poema abaixo não é possível compreender muitas palavras. Algumas delas são totalmente estranhas para nós, leitores. Mas, baseando-se apenas nos conhecimentos que você possui acerca do filme que assistiu (e do livro que já deveria ter começado a ler!), tente criar uma "adaptação" da leitura que você realizou, tendo em mente que o texto fala sobre o Jaguadarte, ok?




JAGUADARTE
Augusto de Campos



 O JAGUADARTE

   Era briluz. As lesmolisas touvas 
   roldavam e reviam nos gramilvos.
   Estavam mimsicais as pintalouvas,
   E os momirratos davam grilvos.

   "Foge do Jaguadarte, o que não morre!
   Garra que agarra, bocarra que urra!
   Foge da ave Fefel, meu filho, e corre
   Do frumioso Babassura!"
            
   Ele arrancou sua espada vorpal 
   e foi atras do inimigo do Homundo.
   Na árvore Tamtam ele afinal
   Parou, um dia, sonilundo.

   E enquanto estava em sussustada sesta,
   Chegou o Jaguadarte, olho de fogo,
   Sorrelfiflando atraves da floresta,
   E borbulia um riso louco

   Um dois! Um, dois! Sua espada mavorta
   Vai-vem, vem-vai, para tras, para diante!
   Cabeca fere, corta e, fera morta,
   Ei-lo que volta galunfante.

   "Pois então tu mataste o Jaguadarte!
   Vem aos meus braços, homenino meu!
   Oh dia fremular! Bravooh! Bravarte!"
   Ele se ria jubileu. 

   Era briluz. As lesmolisas touvas 
   roldavam e relviam nos gramilvos.
   Estavam mimsicais as pintalouvas,
   E os momirratos davam grilvo




Após o término da atividade, escolha um dos jogos abaixo:

terça-feira, 27 de agosto de 2013

EXERCITANDO!

Vamos realizar as atividades abaixo e respondê-las em COMENTÁRIOS como estamos fazendo há alguns dias. Para que não dê problemas, peço que façam as atividades no WORD ou no PROCESSADOR DE TEXTO para que a atividade não se apague.



1- Leia os períodos abaixo. Eles foram formados por orações subordinadas adjetivas, aquelas que possuem valor de um adjetivo. Durante as aulas, vimos que se classificam em restritivas e explicativas. Classifique cada oração destacada e marque o item que possui a seqüência correta dessa classificação.
I.       O jovem que se esforça progride.
II.      O livro que li é muito bom.
III.     Teresa, que era personagem principal, morre no final da história.
a)      Restritiva — Explicativa — Explicativa
b)      Restritiva — Restritiva — Explicativa
c)       Explicativa — Restritiva — Restritiva
d)      Explicativa — Explicativa — Restritiva
e)       Restritiva — Explicativa — Restritiva

2 - Substitua as orações em destaque pelos adjetivos correspondentes:

a) É uma letra que não se pode ler.
b) Trata-se de um bem que não se pode destruir.
c) É um feijão que não tem sal.
d) É uma tinta que não se apaga.
e) É um projeto que não se pode realizar.
f) É uma substância que não tem odor.
g) É um texto que não se pode compreender.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Viva nosso folclore!

O Dia do Folclore é comemorado na próxima quinta, 22 de agosto. Essa data foi determinada no ano de 1965 pelo Congresso Nacional Brasileiro como forma de valorizar as histórias e personagens do folclore brasileiro. 
O Governo Federal acreditou, assim, que a cultura popular ganharia mais importância no mundo cultural brasileiro e a determinação desta data foi um meio de preservar toda essa cultura. O dia 22 de agosto é importante também, pois possibilita a passagem da cultura folclórica nacional de geração para geração.



Mas, afinal de contas, o que é FOLCLORE?

O Folclore brasileiro é composto por contribuições advindas da cultura portuguesa, a negra e a indígena, sendo extremamente rico e diversificado e reflexo da construção do nosso povo. Hoje, nossa cultura popular é objeto de inúmeros estudos e recebe grande divulgação internacional, constituindo além disso elemento importante da própria economia do Brasil, pela geração de empregos, pela produção e comércio de bens associados e pelo turismo cultural que dinamiza. Um exemplo nacional é o Carnaval. E local?


























O folclore inclui mitos, lendas, contos populares, ritos e cerimônias religiosos e sociais, brincadeiras, provérbios, adivinhações, as receitas de comidas, os estilos de vestuário e adornos, orações, maldições, encantamentos, juras, xingamentos, danças, cantorias, gírias, apelidos de pessoas e de lugares, desafios, saudações, despedidas, trava-línguas, festas, encenações, a gestualidade associada à intercomunicação oral, artesanato, medicina popular, os motivos dos bordados, música instrumental, canções de ninar e roda, e até mesmo maneiras de criar, chamar e dar comandos aos animais. A lista do que é folclore não se limita ao que vem do interior, inclui as expressões próprias da vida em cidades, lendas urbanas, os reclames dos vendedores de rua, os símbolos, modelos de arquitetura e urbanismo vernáculos.


1ª ATIVIDADE - Clique no link da palavra folclore (que está logo aí em cima) e crie uma definição para ela (dê um significado para ela, após ter lido o texto no site do Wikipedia)

2ª ATIVIDADE - Na sua opinião, qual atividade cultural a nossa região - não apenas nosso município - atrai turistas?

3ª ATIVIDADE - Pesquise sobre CONTOS POPULARES, PROVÉRBIOS POPULARES, ADIVINHAÇÕES, RECEITAS DE COMIDAS, RECEITAS DE MEDICINA POPULAR, CANTORIAS, GÍRIAS, TRAVA-LÍNGUAS. (Cada grupo escolherá um tema para a pesquisa)

Ao final, inclua sua contribuição em COMENTÁRIOS, no final da postagem de hoje!


PARA DESCONTRAIR!









sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Orações Subordinadas Adjetivas



De acordo com o que estudamos nas aulas passadas, as Orações Subordinadas Adjetivas têm a função sintática de Adjunto Adnominal, pois caracterizam algum elemento presente na oração principal. Lembre-se: Adjetivo é a classe de palavras responsáveis por dar as características de pessoas, coisas, objetivos - e Adjunto Adnominal é esse mesmo adjetivo só que empregado em uma frase. A diferença básica de um Adjunto Adnominal e uma Oração Subordinada Adjetiva é a existência de um VERBO em sua estrutura.

Vamos testar seus conhecimentos? 
Faça os exercícios abaixo, inserindo as respostas no campo COMENTÁRIOS, logo abaixo dos exercícios de hoje!
Faça com atenção e lembre-se que eles somarão pontos para uma das notas desse bimestre!


Exercícios

1. Transforme o adjetivo em uma oração adjetiva:
a. O professor facilitador ajuda os alunos nos conteúdos.
b. As quatro amigas e o jeans viajante rodaram o mundo!
c. O aluno pensador é diferente do aluno reprodutor de ideias.
d. Todas as pessoas simpatizantes da Língua Portuguesa, por favor, dirijam-se ao teatro!
e. Você é um dos poucos alunos conhecidos (por mim).
f. Homens e mulheres fumantes vivem pouco.
g. Admiro pessoas esforçadas.

2. Diga se a Oração Adjetiva é Restritiva ou Explicativa:
01 - Duro é o sofrimento que nasce do vício.
02 - A água, que é incolor, é indispensável.
03 - Comprei um papagaio que fala muito.
04 - Deus, que é o pai de todos, sabia da luta que ele tivera.
05 - As pessoas que fingem não são dignas de confiança.
06 - Há coisas que nos comovem.
07 - O vulcão, que parecia extinto, voltou a dar sinal de vida.
08 - É teu tudo quanto aqui existe.
09 - Os bois da região, que contraíram febre aftosa, serão examinados.
10 - O livro que li é muito bom.
11 - A Lua, que é satélite da terra, inspirou muitos poetas.
12 - A neve, que é fria, provocou a morte da vegetação.
13 - Infeliz é o homem que não age honestamente.
14 - Os homens que tem seu preço são fáceis de corromper.
15 - Os idosos, que gostam de dançar, se divertiram muito.
16 - O professor indicou os livros que deviam ser lidos.
17- Conhece a casa onde moro?
18 - Espinhosa é a estrada por onde passamos.
19 - João, que era bom aluno, está desempregado.
20 – Todos adoram espelhos que se deformam.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O "INTERNETÊS"



Para aqueles que não usam a internet com muita freqüência, ver palavras como “xou xiki” escritas na tela parece algo estranho. Estamos usando a língua do xis agora? Com o tempo você vai se acostumando e percebe que, pasmem, ainda é português!

Mas como assim "vc", "tb"? E que raios é "kkk" e por que tem um rosto amarelo mostrando a língua para mim? Que falta de educação!
Muita calma nessa hora, pois o internetês veio para ficar.  Esta “linguagem”, “dialeto” ou do que você preferir chamar surgiu no meio online para acelerar a comunicação entre usuários. É utilizada principalmente em salas de bate-papos e sites de relacionamento, e difundida em todas as idades, mas principalmente entre os adolescentes.
Afinal, na internet, em se tratando de tempo, menos é mais. Quanto mais fácil for para digitar mais aproveitamento você terá da agilidade que o mundo online proporciona. Ou seja, mais rápido vc poderá responder aquele comentário do seu amigo sobre a gatinha do dia anterior.


 Em sala de aula, nós já vimos alguns emoticons e descobrimos que eles surgiram para expressar a emoção da pessoa que está digitando um torpedo ou escrevendo um e-mail. Observe no quadro abaixo, mais alguns emoticons que são usados no ambiente da internet. (CLICK NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA!)

Exercício
(PARA SER RESPONDIDO EM "COMENTÁRIOS")


1 - Observe a imagem abaixo. Você é capaz de dizer que momento histórico é esse? Você consegue compreender o que foi dito? Tente "traduzir" as falas dos personagens e dizer quem são e o que estão representando.


2 - Na tirinha abaixo, o "Tio" toma um susto com a resposta do sobrinho.


a) Qual resposta o tio esperava e o que ele recebeu?
b) Em sua opinião, o tio ficou surpreso por quê?
c) Como o e-mail de resposta do sobrinho deveria ser escrito para que o tio compreendesse a mensagem do garoto?

3- Na tirinha abaixo, acontece algo parecido com com o que aconteceu na tirinha acima:


a) Você ainda utiliza o ORKUT e o MSN? Por quê?

b) Reescreva o último quadrinho da tirinha e explique: por que você acha que KRAMBA e TREKO são escritas dessa maneira?

sexta-feira, 5 de julho de 2013

EXERCITANDO SEU CONHECIMENTO

Leia as tirinhas abaixo e divirta-se com as histórias! Para ampliá-las, clique sobre elas! Após a leitura, gostaria que encontrassem todos os verbos existentes e dissessem se eles precisam ou não de complemento e em seguida, classificassem esses verbos conforme sua transitividade.
Realizem a atividade no caderno e depois digitem no item COMENTÁRIOS, logo abaixo da postagem de hoje! Beijos e sucesso!!!