quinta-feira, 20 de junho de 2013

BRASIL... MEU BRASIL BRASILEIRO!





Para quem não sabe o porquê dos protestos estarem acontecendo, eles  iniciaram em algumas cidades do sul do país após o anúncio do aumento das tarifas do transporte público. As pessoas, então, se uniram e decidiram reivindicar por menores valores. Isso foi o estopim! Quando perceberam que poderiam se unir para protestar contra muitas outras insatisfações como: desvio de dinheiro público para a construção de estádios, salários baixos, corrupção, intolerância e preconceito, condições precárias da saúde pública... o movimento cresceu!
Apelidado de "V de Vinagre" por alguns dos manifestantes, o pseudônimo ganhou força... Mas, por que utilizaram esse nome? 


A referência principal é ao filme "V de Vingança" - que aborda esquemas de corrupção no Reino Unido e um plano mirabolante para que as falcatruas do regime governamental e a opressão sofrida pelo povo sejam extinguidas de uma forma nada tradicional ou pacífica (mas que ficou muito bonita na tela!) Assista ao trecho final do filme, clicando abaixo:



E também se refere à utilização do VINAGRE como neutralizador de gás de pimenta e bomba de gás lacrimogênio que são utilizadas pela polícia para conter os manifestantes durante os atos de protesto.



Para que você tenha noção do número de pessoas envolvidas nos protestos, acesse aqui o infográfico. 
Quer saber mais sobre o início de todo o movimento, acesse o resumo do Wikipédia.


Dessa forma, as ondas de protesto que vêm tomando conta do país desde a última semana não estão apenas deixando os políticos de "cabelos brancos", mas motivando a nova geração - jovens e adolescentes - a serem críticos e acima de tudo, criativos! Vamos observar os cartazes:













ATIVIDADE

Com base nos conhecimentos que você possui e nos que acabou de adquirir sobre estes eventos históricos que estão tomando conta do país, comente ao menos 3 imagens acima e diga em que os manifestantes se basearam para expressar suas ideias nos cartazes.
Escreva sua resposta no item COMENTÁRIOS, logo abaixo dessa postagem!



terça-feira, 11 de junho de 2013

DIA DOS NAMORADOS ESTÁ AÍ!

OLÁ MEUS QUERIDOS ALUNOS! ESTE TEXTO É PARA SER COPIADO NO CADERNO DE LÍNGUA PORTUGUESA! DAREI VISTO NA PRÓXIMA AULA (CASO NECESSITEM, VOLTAREI COM VOCÊS NA PRÓXIMA AULA PARA TERMINAREM DE COPIAR!) 
ABRAÇOS!!!!


OS NAMORADOS DA FILHA

Quando a filha adolescente anunciou que ia dormir com o namorado, o pai não disse nada. Não a recriminou, não lembrou os rígidos padrões morais de sua juventude. Homem avançado,  esperava que aquilo acontecesse um dia. Só não esperava que acontecesse tão cedo.
             Mas tinha uma exigência, além das clássicas recomendações. A moça podia dormir com o namorado:
            ─ Mas aqui em casa.
            Ela, por sua vez, não protestou. Até ficou contente. Aquilo resultava em inesperada comodidade. Vida amorosa em domicílio, o que mais podia desejar? Perfeito.
            O namorado não se mostrou menos satisfeito. Entre outras razões, porque passaria a partilhar o abundante café da manhã da família. Aliás, seu apetite era espantoso: diante do olhar assombrado e melancólico do dono da casa, devorava toneladas do melhor requeijão, do mais fino presunto, tudo regado a litros de suco de laranja.
             Um dia, o namorado sumiu. Brigamos, disse a filha, mas já estou saindo com outro. O pai pediu que ela trouxesse o rapaz. Veio, e era muito parecido com o anterior: magro, cabeludo, com apetite descomunal.
             Breve, o homem descobriria que constância não era uma característica fundamental de sua filha. Os namorados começaram a se suceder em ritmo acelerado. Cada manhã de domingo, era uma nova surpresa: este é o Rodrigo, este é o James, este é o Tato, este é o Cabeça. Lá pelas tantas, ele desistiu de memorizar nomes ou mesmo fisionomias. Se estava na mesa do café da manhã, era namorado. Às vezes, quando ele levantava à noite para ir ao banheiro, cruzava com um dos galãs no corredor. Encontro insólito, mas os cumprimentos eram sempre gentis.
             Uma noite, acordou, como de costume, e, no corredor, deu de cara com um rapaz que o olhou apavorado. Tranquilizou-o:
              ─ Eu sou o pai da Melissa. Não se preocupe, fique à vontade. Faça de conta que a casa é sua.
              E foi deitar.
              Na manhã seguinte, a filha desceu para tomar café. Sozinha.
              ─ E o rapaz? ─ perguntou o pai.
              ─ Que rapaz? ─ disse ela.
              Algo lhe ocorreu, e ele, nervoso, pôs-se de imediato a checar a casa. Faltava o CD player, faltava a máquina fotográfica, faltava a impressora do computador. O namorado não era namorado. Paixão poderia nutrir, mas era pela propriedade alheia.
             Um único consolo restou ao perplexo pai: aquele, pelo menos, não fizera estrago no café da manhã.

Moacyr Scliar (Crônica extraída da Revista Zero Hora, 26/4/1998, e contida no livro Boa Companhia: crônicas, organizado por Humberto Werneck, São Paulo: Companhia das Letras, 2006, 2. reimpressão, p. 205-206.)

01.  Essa crônica contém elementos predominantemente narrativos. Agora localize no texto cada um desses elementos:

Situação inicial –
Conflito – 
Clímax – 
Desfecho – 

02.  Quais são os personagens desse texto? 
03.  Qual o cenário onde a história acontece?
04. Como podemos classificar o tempo? Cronológico ou psicológico?
05.  Na sua opinião, por que o pai da jovem era realmente um homem avançado?
06.  Qual é o tema retratado nessa crônica?
07.  Como podemos classificar o tipo de discurso?
08. Qual é sua opinião a respeito do comportamento da adolescente do texto?

quinta-feira, 6 de junho de 2013

TREINANDO O CÉREBRO!


Você consegue se expressar bem em palavras? Fique ainda melhor praticando estes jogos de linguagem, com inúmeras opções de vocabulário e diferentes graus de dificuldade.

Através da linguagem, seu cérebro não só é capaz de representar e organizar seus pensamentos, sensações e decisões, como ainda consegue influenciar os pensamentos, sensações e decisões de outros cérebros. 


A comunicação pela linguagem depende da combinação de várias capacidades específicas: o armazenamento de palavras e significados em um banco lexical (o seu "dicionário interno"), a evocação dessas palavras do banco de dados na memória, e a geração de palavras a partir de conjuntos de letras soltas.


Hoje se sabe que, embora a linguagem não seja necessária para a consciência, os pensamentos ou o raciocínio, ela enriquece em muito nossa capacidade de lidar com informações, representá-las mentalmente, e comunicar nossos pensamentos e decisões aos outros. Como as outras funções cognitivas, também as várias capacidades específicas da linguagem podem ser melhoradas com a prática.
Os jogos apresentados aqui são um excelente treino para suas capacidades de linguagem. Além deles, a leitura é um exercício fabuloso para expandir seu léxico cerebral. De maneira complementar, a escrita e a fala, sobretudo em apresentações orais espontâneas, são excelentes maneiras de melhorar sua capacidade de selecionar palavras e encadeá-las em um discurso rico e fluente.

Não era bem este
Para acessar ao jogos, basta clicar no link abaixo das imagens.

Um truque de mãos




Costurando






sexta-feira, 24 de maio de 2013

EXERCÍCIO DE LEITURA, INTERPRETAÇÃO DE TEXTO E GRAMÁTICA


SOZINHOS - Luís Fernando Veríssimo

     Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui, e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir. Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada. É assim:
     Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.
     - Ronca.
     - Não ronco.
     - Ele diz que não ronca - comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo.
     Ficam os dois sozinhos.
     - Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer - diz ela. E em seguida tem a idéia infeliz. - É o que eu vou fazer! Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos.
     - Humrfm - diz o velho.
     Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer. Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. Às idéias não podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a vida ou o sono. Imagine se Shakespeare tivesse se horrorizado com suas próprias idéias e deixado de escrevê-las, por puro comedimento. Não que eu queira me comparar a Shakespeare. Shakespeare era bem mais magro. Tenho que exercer este ofício, esta danação. Você, no entanto, não é obrigado a me acompanhar, leitor. Vá passear, vá tomar um sol. Uma das maneiras de controlar a demência solta no mundo e deixar os escritores falando sozinhos, exercendo sozinhos a sua profissão malsã, o seu vício solitário. Você ainda está lendo. Você é pior do que eu, leitor. Você tinha escolha.
     Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
     Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.
     - Rarrá! - diz a velha, feliz.
     Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!
     - Rarrá! - diz o velho, vingativo.
     E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio - por causa dos roncos - não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.
     É um diálogo sussurrado.
     "Estão prontos?"
     "Não, acho que ainda não..."
     "Então vamos voltar amanhã..."



INTERPRETAÇÃO TEXTUAL

1) Segundo o narrador, uma das maneiras de controlar a demência solta no mundo é:

a) deixar os escritores falando sozinhos. d) não ler o que os escritores escrevem.
b) escrever histórias de terror. e) Ler o que os escritores escrevem.
c) escolher o que ler. 


2) De acordo com o texto “exercer este ofício, esta danação” refere-se:
a) se comparar a Shakespeare. d) ligar o gravador. 
b) assustar os outros. e) gravar o casal dormindo.
c) escrever histórias.


3) No final do texto o narrador destaca um diálogo que apareceu na gravação. Quem, supostamente estava conversando?


4) Qual era o motivo da discussão do casal de velhos?

ATIVIDADES GRAMATICAIS1) No 1º parágrafo, existem duas orações subordinadas substantivas. Encontre-as e classifique-as:

2) Transforme os períodos simples abaixo em orações subordinadas substantivas e classifique-as:
a) “Estava certa do seu triunfo.”
b) “É um diálogo sussurado.”
c) “Você não tinha escolha.”

3) Encontre, no texto, duas orações subordinadas substantivas objetivas diretas.

4) Classifique a oração subordinada substantiva abaixo:
“É necessário que gravemos os roncos.”





OBS: RESPONDER AS ATIVIDADES NO ITEM "COMENTÁRIOS"! SUCESSOS!!!!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

EXERCÍCIOS DE ORAÇÕES SUBORDINADAS


Encontre e classifique as orações subordinadas abaixo:

1) Calcula-se que o desenho animado apresenta mais de 100 atos de violência por hora.

2) O autor do artigo denunciou que a nossa sociedade violenta criou uma cultura violenta.

3) As estatísticas nos informam de que os meios de comunicação contribuem para o aumento da violência.

4) A notícia alarmante é que os meios de comunicação contribuem para o aumento da violência.

5) Convém que os alunos se dediquem aos esportes.

6) O zoológico recomenda que não se ofereça alimento aos animais.

7) Desejamos a todos que tenham sorte na vida.

8) Esperamos que os jovens se tornem bons cidadãos.

9) Eu me lembrei de que não tinha escovado os dentes.

10) Que você compre tudo no cartão é ilusão.

11) As revistas mostraram o fato: que o incêndio não foi acidente.

12) Recebemos a notícia de que estavam todos bem.

13) Devemos ter fé de que ele vai conseguir.


Respondam da mesma forma que na semana passada no parte de COMENTÁRIOS!

Sucesso! Tenho orgulho de ser professora de vocês!!!!!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

EXERCÍCIOS SOBRE ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS

Este é um exercício de classificação de orações subordinadas substantivas.Divida e classifique as orações substantivas dos períodos abaixo: (EXERCÍCIOS PARA COPIAR E COLAR... COPIE ELE E COLE, ACRESCENTANDO SUA REPOSTA NO ITEM "COMENTÁRIOS")

a) Fizeram a seguinte advertência: que o trabalho fosso secreto.
b) É possível que as provas sejam anuladas.
c) A boa notícia do dia seria que descobrissem a cura da AIDS.
d) Alguém lhe perguntou de onde vinha.
e) Ninguém soube se morrera de desgosto.
f) Inteirei-me de que ela havia mentido.
g) Queríamos saber onde estava o proprietário do veículo. 
h) Foi permitido que se estacionasse na calçada.
i) Seria conveniente que a empresa contivesse os gastos.
j) Ninguém sabe quem são os assaltantes.
l) Compreende-se que o ponto da lição era difícil.
m) Estou convencido de que ninguém mais verá esse convite.
n) É obrigatório que se ande de camisa aqui dentro.
o) O necessário é que se tenha a quantia solicitada para a realização do evento.
p) É uma pena que não existisse transmissão direta de tevê naquela época.
q) Tenho dúvida de que você venha hoje.
r) Lembre-se de que todos somos pó.
s) Quando uma mulher não te ama cada dia mais, podes ficar certo de que ela te ama cada dia menos.


Estes exercícios abaixo são para serem realizados online! Portanto, o que você tem a fazer é clicar no link e acessar o exercício!

Beijos e sucesso... SEMPRE!



sexta-feira, 3 de maio de 2013

REVISÃO DE ADVÉRBIOS E ADJETIVOS - (ADJUNTOS ADVERBIAIS E ADJUNTOS ADNOMINAIS)

Como estamos estudando no momento as relações sintáticas das palavras numa oração, precisamos rever o conteúdo estudado (mas não lembrado!) por vocês na 7ª série.
Os exercícios abaixo são para revisar os o que são ADVÉRBIOS e ADJETIVOS. Vimos que quando analisamos uma oração, eles possuem a função sintática de ADJUNTO ADVERBIAL e ADJUNTO ADNOMINAL, respectivamente. 
Abaixo estão os link's de alguns exercícios de revisão sobre o tema. Ao acabar os exercícios, vocês podem navegar pelo blog e escolherem o que irão fazer (INCLUSIVE JOGAR LETROCA!) Façam a atividade com atenção e não escolham as respostas aleatoriamente, ok??? Antes, dê uma revisada em CLASSES DE PALAVRAS!